terça-feira, fevereiro 24, 2015

O INVERNO - Duas estrelas cadentes



Há semanas que não durmo, porque há meses que não sossego.
E há anos que ando nisto.

Fico-me pela esperança de um dia não haver tanto dantes. É que preciso mesmo de ter o que fazer. Não gosto de me dispor à espera do nada, quando foi ele que me plantou ali... e por nada.

Fico-me por aqui.
Talvez para manter a paz e o sossego. Talvez tenha aqui alguma coisa entalada? Talvez seja por antes?
Talvez seja por dantes?

O dantes era normal.
Dantes havia Inverno, sem alertas ou alarmes.
Chovia, nevava, fazia frio... Era o que tinha de ser.
Era normal.

Hoje.
Hoje está tudo por fazer "à pala" do dantes e dos que vivem lá... mesmo no meio do dantes.

Para mim tanto faz. Resta-me agasalhar e para andar ao frio, com os olhos no céu. Coleccionando sonhos...

Juro.
Ontem vi duas estrelas cadentes.
Foram as duas para ti.

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