O Verão esquizofrénico e a sua amiga Filomena Estupidez

Era uma vez um Verão esquizofrénico que vivia sozinho na memoria de todos.
Este Verão era pobre e previsível como as pessoas que têm falsos projectos.
Este Verão não o era.
Ninguém gostava dele.
Para os outros Verões, eles tinha vento a mais nas costas e borbulhas cheias de pus intelectual. Também os seus professores achavam que os os país deste petiz, nunca o desejaram.

"São tão maus pais como os demais. Assistimos a uma pobre era."

Realmente aquele Verão de 2011 era um coitado.
Um baralho de coisas mimadas. Um conjunto de modas tortas. Mascaras em 2ª mão made in china. Vidas vendidas ao desbarato.
Pobre Verão.
Não parecia longo à primeira vista. Não tinha calor para suficiente para a vinha. Numa fotografia não ficaria muito diferente do seu irmão mais velho. Tem coisas a mais e conteúdos a menos.
É como a maior parte dos putos de hoje em dia. Têm a mania que dizem coisas com graça, mas são apenas parvos.

Também isto é triste.

O pequeno Verão sentia-se deprimido. Consequência de quem apenas se realiza em função da comunidade. Triste e cabisbaixo. Procurou ajuda em quem não o queria ajudar e pagou para saber que era esquizofrénico.
Como qualquer putanheiro, apenas uma vez.
Apenas uma...
Somente para experimentar. Para não morrer burro. Para viver um pouco.
Foi assim que conheceu a sua cara metade.
Serviço de quartos.
Este Verão apenas tinha uma amiga. Era mais que uma amiga.
Ela era o sorriso dos adolescentes tardios. A fealdade do novo ricos. O reflexo da inveja. Ela era a capacidade extrema de tornar o conveniente em morte.
Ela era sua namorada. Chamava-se Filomena Estupidez.
Era feia. Muito feia. Muito mal educada. Muito feia.
Alimentava-se da amargura dos homens justos. É filha da Maldade, semente do Vazio. É devassa. Deitou-se com a juventude, com o sonho e com rasgo. Todos estes escaparam por pouco.
Envenenou intriguista.
Ali agoirou.
Ali se plantou.
E ali ficou. E ali ficará até a massa acordar.

Toda a gente sabe que eles não podem ser felizes para sempre.

Senão espero pela morte deste Verão bastardo e mesmo ali no seu funeral, dou um tiro na porca da Filomena Estupidez.


(N.A - Peço desculpa às Filomenas. Não foi de propósito :) )

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