quarta-feira, maio 25, 2011

Ensaio sobre a masturbação feminina - parte II



Claro que arranjei tempo. Como não?
Este tema é como qualquer outro tipo de mitologia, espelha nas suas histórias e lendas, todas as características do ser humano.
Depois de começar pelo fim, acidentalmente revelando a conclusão dos meus estudos masturbatórios, devo fazer um ponto de ordem.

Volto ao principio.

Um homem debruçado sobre este tema?
Obviamente.
Conhecer os comportamentos sexuais das mulheres será sempre a ultima fronteira. Pura ficção cientifica.
Alem disso, para mim o tema é histórico. Volta não volta, surge no quotidiano.
- Quanto é que ficou o jogo?
- 3-1... ah e não te sentes. Eu acabei de me tocar. Tens de ir comprar pilhas que estas deram o berro.
Sim é assim tão frequente.

Quando pesquisamos no google - masturbação feminina - cedo descobrimos que não estamos perante coisa simples. Aliás, descobrimos ainda que muito possivelmente iremos começar a estudar o assunto, pela masturbação masculina.

Existem escolas para as senhoras mais desajeitadas aprenderem a nobre actividade. "Pague para aprender a se masturbar".
Só eu é que não tenho ideias como esta.
Mas prometo adaptar à realidade portuguesa. "Menina, aprende a fazer um felácio de excepção. Mensalidades acessíveis".
Descobri um mundo sobre este mito online, mas o grande suporte da amostra cientifica que usei, são das mulheres (meninas e moças) que conheço.
Muitas de vocês estão a ler isto.
Sim é assim tão frequente.
E sim, calha em conversa muitas vezes.

Por exemplo. É do conhecimento comum que os carros em segunda mão variam de valor consoante o género do anterior condutor.
Não por preconceitos ridículos, como o mulher ao volante perigo constante, mas por assuntos relacionados com os hábitos sexuais das mulheres. Concluindo, os estofos de um carro de uma senhora têm sempre de ser substituídos. Especialmente o banco do condutor. Isto porque os fluidos vaginais segregados pela masturbante faz um estranha reacção química com as toalhitas e deixa mancha. Como acontece com o esperma.
Um aviso. Próxima vez que comprarem um carro, escolham bancos em pele.
Sim é assim tão frequente.

Outro exemplo. Os massajadores faciais, vulgo vibradores, dildos, e outras coisas com formato de pila, são os itens mais comprados por mulheres fora dos supermercados. Há até que faça colecção.
Sim é assim tão frequente.

Este comportamento merece estudo, nem que seja pelas suas implicações clínicas.
Eu já tive namoradas enfermeiras, amigos e conhecidos, enfermeiros e médicos, que passam boas horas a retirar de vaginas desconhecidas, um numero infinito de objectos e frutas.
Sim é assim tão frequente.
E sim, elas são muito imaginativas.

Em baixo deixo uma lista de lesões mais comuns que resultam do uso abusivo da masturbação feminina.
- Cãibras
- Afrontamentos
- Síndrome do túnel carpico
- Dedo engelhado
- Vácuo
Consulte o seu médico se já lhe aconteceu algumas destas coisas mais que uma vez.

Mesmo por saber isto tudo é que confesso uma certa desconfiança, quando uma mulher nega, a sua actividade masturbatória.
Especialmente quando têm cara disso.
E quando sei que o parceiro da mesma, se tivesse metade da habilidade para fornicar da que tem para falar, seria um garanhão da lezíria.
- Então tocas-te à grande?
Calha em conversa! Acontece!
- Como? - Pergunta ela fazendo-se de parva.
- 'Tou a perguntar se gostas de brincar contigo? Se gostas de te dar prazer?
- Brincar?
É oficial. Ela tem 3 vibradores. Um na mesa de cabeceira, um no trabalho e outro no carro.
Até parece que nunca tive com ela bêbeda.
Insisto.
- Sim. Não te faças de despercebida. Fazes-te vir? Tocas pianinho ou não? Coças o sininho?
- Que nojo, eu não faço isso!
É o mal das coisas calharem em conversa.
Mas eu sei muito bem que ela toca-se à grande e até agarra as mamas com força quando o faz. Eu sei porque sei. Não faz ela outra coisa. Pega de merda armada em pudica. Até voas.
Esta é a parte que ninguém diz em voz, alta, mas toda a gente pensa.
E esta é a parte que não devia ter dito.
- Ah não? Deves 'tar a treinar para santa?
- Não?
- Ah não?
- Não, não faço. Isso é porco, nojento, sei lá.
- Ah sim?
- Sim.
- Então daquela vez que fomos para o mato com os copos, em que tu 'tavas aos gritos que nem uma maluca enquanto eu te dava por trás, no rabinho, não contou? 'Tavas a jogar gameboy? Aquele click que se ouvia era das teclas se calhar?
Silencio.
Sim é assim tão frequente.
Calha em conversa.

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