quarta-feira, abril 27, 2011

Se o mundo acabar amanhã a culpa não é minha

Quando dou por mim a discutir loucura com um doido, alguma coisa me escapou.

Como é que explico a uma alma perdida que não há volta a dar?
Todos os loucos acreditam na repetição. Se é comum, é normal. Não, não é! Pode estar instituído e ser completamente anormal.

Grande parte das quezílias sociais que tenho passam por esse lado.
Eu tento provar aos "bichos" que estão dentro de uma "jaula" que os impede de experimentar outras realidades. Tento virar o urinol e fazer dele uma fonte. Mostrar outro lado. Expor outras verdades.

E pensa o leitor:
- Isso é normal. As pessoas são mesmo assim. Agem em conformidade independentemente do óbvio. O pior cego é aquele que não quer ver. Esses são os verdadeiros muros que prendem a humanidade...

Ora eu tenho outra teoria. Os cegos são realmente cegos e julgam ser normal sê-lo. Eles nunca estão desajustados. O mundo é que repentinamente gira ao contrário. Quando chega a decisão, há todo um hiato espaço-temporal ilógico que inverte o universo e faz da minha vida um inferno.

É mais ou menos como discutir com uma mulher. Simplesmente não podemos ganhar.
É uma realidade paralela.

Ou seja. Se o mundo acabar amanhã a culpa não é minha. Eu tentei. Eu tento todos os dias como os meus pais me ensinaram, como o meu país me exigiu e como o divino apregoou.

Não posso fazer mais nada.
Se não quem fica maluco, sou eu

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