Morte aos Genéricos

Gosto de folgar à 2ª feira. É o meu dia de descanso.
Os Genéricos estão todos de mal humor e eu aproveito para ficar a recuperar dos meus atribulados fins-de-semana.
A vida de artista cansa muito.
Da minha janela vejo-os. Observo toda a sua malícia e incompetência. Todos os maus-fígados, toda a maledicência, sempre muito pouco decente.
Merda para eles. Um genérico nunca tem uma alma única. É parte de um rebanho. Não há pastor que os guie, nem fado que os lamente. No máximo podem ser residuais.
Reclamo méritos para mim. Reclamo superioridade. Reclamo direitos de autor no manifesto anti-estupidez. Morra o Genérico, morra já.
E sem Pim.
Que morra porque o mundo não precisa de mais tristes a fazer o mal. A propagandear o mal, a fazer do que é ruim, moda.
Porque fazer o mal é coisa de gente pequena.
Porque ser pequeno é coisa de gente mal formada.
Porque ser-se mal formado é epidémico.
E porque as epidemias existem para acabar com a raça humana.
Pelo menos para manipular o funcionamento da mesma.
- Ainda não são horas para falar de conspirações e não tenho aqui comigo os meus amigos pseudocientistas, carregados de metafisicas baratas polvilhadas com propriedades tecnologias, impossíveis de interpretar, pelo menos à fraca luz dos conhecimentos exibidos por tão queridos pares.
Pelo menos para corroer tudo o que foi pensado e sentido pela história. Pelas mulheres e homens do nosso mundo ocidental.
É esta janela que escurece rapidamente.
É o mal de ser Genérico. É o mesmo problema de ser ordinário, vulgar e comum.
Tudo escurece muito rapidamente

Comentários

Azuremars disse…
Gostei. Muito.
Daniel disse…
Obrigado.
Assim que tiver um pouco mais de tempo vou passar nos teus blogues.
Fica bem

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