Domingo de manhã

Há muito que não via um domingo de manhã.
Sabe-me bem. Especialmente depois de uma noite de Sábado muito frouxa, cheia de nada.
A matemática insiste.
Dores nas pernas, tédio, três ex-moscas que atentaram contra o meu sono. Aqui chego. Lúcido e acordado, numa manhã de Domingo! Sem nada de especial para fazer à tarde. Talvez um bruto filme que passará entre intervalos de meia hora? Talvez pegar na guitarra? Talvez esperar? Talvez organizar coisas pendentes?
A matemática insiste.
Mais magro, mais denso, mais só e mais nervoso. Não há muito mais para mim.
Pelo menos num Domingo de manhã.

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